domingo, 5 de abril de 2009

Procedimento para abrir a porta da casa da Loa


Na vertical, tendo os pés como base de suporte (de pé), coloque-se em frente à porta. Com a chave na mão leve-a em direção ao buraco da fechadura. Quando a ponta da chave encontrar a fechadura, suas mãos deverão iniciar movimentos cima/baixo seguidamente, isso fará com que a chave aos poucos se encaixe, continuará essa movimentação até a chave entrar por completo no buraco da fechadura. Durante o movimento cima/baixo, deverá aplicar uma quantidade de força, pressionando a chave em direção à porta. Com a chave já encaixada, continuará com a mão na chave, acionando a outra mão e direcionando-a no trinco da porta. Agora com uma mão no trinco e a outra na chave que esta dentro da fechadura, as mãos irão aplicar forças opostas, A segunda mão (do trinco), estará segurando o trinco, ira puxa–lo em direção ao corpo, nesse momento é importante prestar atenção em como o corpo inteiro pode auxiliar nesse “puxar”, levando o peso do corpo para traz fará menos esforço do que usar somente a força da mão e do braço. Dois segundos depois,mantendo a força da segunda mão, a primeira mão (da fechadura) aplicará uma força parecida com a que fez no inicio do processo, pressionando a chave em direção a porta, agora, direcionando o movimento para o lado direito, com o intuito de virar a chave dentro da fechadura.Essas forças opostas só se encerrarão quando o direcionamento da mão com a chave se completar, virando a chave cento e oitenta graus. Com a chave virada a porta se abrirá no mesmo instante, você sentirá uma pequena pressão pela reação da porta às forças aplicadas. Enfim...a passagem esta livre. . Uma observação importante é que somente a prática diária fará com que descubra a quantidade de força para cada ação necessária para a tarefa ser cumprida.
Loa campos
Composição Coreográfica II. 4.ano.2009

Um comentário:

  1. Loa !!!
    nada como assistir vc fazendo isso ao vivo mesmo...
    mas o que mais gostei é do toque que a repetição das coisas nos tornam mais, ou menos eficientes para as coisas que nos propomos a fazer...
    ARRASÔ...

    Pedro Paulo Abudi

    ResponderExcluir