Olá Galera!!!
Peter Abudi Falando, pois é, estamos quase em Reta Final não é!!! qui medo e que delicia. Termos esse espaço aqui para poder dividir os nosso medos, erros e acertos.
A Mostra da FAP esta ai e a Configuração do meu trabalho Prático está meio encalhada rsrsrs pra variar, mais não é que lendo uns textos ai que o Prof Giancarlo passou encontrei isso e vem de encontro com a minha pratica de DANÇAR!!!! é um pouco disso que quero dividir aqui com vocês esses MEDOS/VONTADES que quero colocar no Mundo.
Nos falamos...
O Cego, O Corpo, O Movimento.
Mais do que palavras, mais do que a Comunicação escrita, muito mais do que gestos, meu corpo fala... deixo-o falar, afinal ele tem muito a me dizer e a me ensinar... Ele é uma ponte de comunicação entre mim e o mundo, as pessoas... Deixo a minha imaginação tomar conta de mim, meus pensamentos já estão longe demais para que eu possa alcança-los... Sou tomada por sentimentos diversos, tudo vêm à tona no momento em que estou dançando... Sinto-me parte de tudo, tenho consciência do meu corpo, do espaço, do que estou transmitindo àqueles que me assistem... Exploro o espaço e encontro milhões de possibilidades até então desconhecidas por mim... "FALO" sem medo, "FALO" tudo o que tenho Vontade, me sinto leve e despreocupada. Encontro nos "erros" outras maneiras e possibilidades - possibilidade de sentir o mundo. A música, o tempo físico, os meus pontos de referência me dão a consciência do espaço em que me encontro... Sim, porque em determinados momentos ele não existe mais, não existe por instantes talvez longos demais para quem assiste, porque eu estou além de todas essas coisas perceptiveis... Minhas lembranças se fazem presente pela memória cinestésica, porque "sinto" as coisas tocando em mim... Por alguns momentos rimos, rimos de nós mesmos e, com o riso construimos mais e mais movimentos... Tudo se torna infinito, tudo se pode quando se quer e principalmente, se gosta.
Juliana Grando Peixoto
2003
É isso ai!!! nessa escrita que encontrei posso ver um pouco mais as minha sensações também e assim Dançar um pouco mais o que sinto... esse texto é da tese de Magda Bellini " A Comunicação do Corpo A Partir da Não Visualidade: um estudo teórico Prático".
terça-feira, 8 de setembro de 2009
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Olá Peter!
ResponderExcluirMuito bom, esse texto, lendo-o, e pensando um pouco sobre o que você quer falar, sobre esse corpo político, me lembrei de uma frase da Clarice Lispector: "Porque tenho direito ao grito, então, eu grito." Eu não sei se pra você ela faz algum sentido mas...
esses dias no grupo de estudos da Hoffmann que o Gian coordena ficamos discutindo sobre se toda obra é política ou não, lembrando que até a não escolha é uma escolha também, nem que seja a de não escolher e um dos bolsistas lembrou do que havia dito Jorge Albuquerque Vieira, que um ato sóé político se ele reverbera e, portanto, os alienados não têm uma atitude política, pois não praticam ações que reverberam, mas que apenas é reverberada neles. Enfim, algo que eu achei interessante de ouvir e quis compartilhar com você.
Que o seu trabalho reverbere muito!!!!
Bruna.