segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sobre Criança e Brinquedo



A noção do corpo é a base da estruturação motora e afetiva da criança, sendo desenvolvida ao longo da infância, projetando-se por toda a vida. A percepção do próprio corpo fornece à criança um referencial para ela agir no mundo exterior, pois, quando se relaciona com a informação ambiental necessita de um ponto de referência a partir do qual organiza as impressões que recebe. Os movimentos corporais são fontes desta referência de organização e, por esse motivo, a criança deve ter oportunidades de desenvolver a percepção do seu corpo em movimento.



Este tipo de percepção é motivado em grande parte através do brinquedo na Dança. A utilização de manifestações simbólicas como a brincadeira dançada faz com que a criança adquira condições de gradativamente adaptar-se ao meio de modo criativo, tomando consciência da lógica cosntruidas a partir das suas ações. A essência do brinquedo é a possibilidade que a criança tem de evidenciar de maneira simbólica uma nova relação entre as situações imaginárias e as reais.



Nesta perspectiva, a atividade semiótica do brinquedo na Dança torna-se um importante requisito para o desenvolvimento infantil, pois amplia a realidade externa da criança, sua imaginação, sonho, fantasia, fomentando a necessidade de organização interna a fim de utilizar suas experiências na relação entre o corpo e o ambiente.


Clayton Leme
elaborado em discussões com co-orientadora, processos do embolação
Andréa Sério Bertoldi

QUANDO AS BOLHAS SE ENCONTRAM





QUANDO AS BOLHAS SE ENCONTRAM


-ajustes corporais dentro de um espaço público-








Corpo e cidade são co-fatores de configuração de um contexto. E ambiente é o conjunto de condições circunstancialmente
disponíveis por essas configurações para os relacionamentos entre elas se estabelecerem.”




Fabiana Britto, em uma entrevista à revista virtual dês[dobra]








Como corpos se relacionam em espaços públicos? Como se dão as relaçoes corporais em determinados espaços urbanos como dentro de um ônibus? Quais implicaçoes entre os espaços onde transitam os corpos e o modo como os corpos carregam e compartilham as informações?




A pesquisa em desenvolvimento procura analisar qual o tipo de relaçao entre os corpos em um ambiente público tendo como ponto de partida, m recorte contextual, que pode diagnosticar comportamentos do corpo, a partir da análise dos corpos no ambiente público. Acredita-se que analisando o que acontece no espaço ônibus ( linha biarticulado centenário-campo comprido), possa-se discutir sobre como relaçoes do corpo se estabelecem entre as pessoas e o que essas relaçoes apresentam como similaridade de forma ou não.Se existem propriedades do corpo que emergem de modo similar ou não entre os passageiros. E o que isso pode contribuir para um processo de criaçao em dança conteporanea. Que diálogo pode ser estabelecido entre espaço urbano e pesquisa em dança contemporanea.



Uma das estratégias que estruturam o estudo nesse momento é um recorte dentro do próprio Ônibus. A partir das observações surgiu então a necessidade de levantar propriedades corporais relacionadas ao uso desse espaço especifico, as propriedades contidas nesse espaço considerando o momento em que a pessoa entra, ate o momento em que ela sai do ônibus ao chegar em seu destino. Com o intuito de averiguar se existem ou não propriedades comuns aos corpos que se utilizam desse espaço.




Ao inventariar as circunstâncias a que o corpo esta sujeito ao circular nesse espaço, como um modo de levantar essas propriedades, estão sendo estudadas s relações entre: um corpo e as distintas dinâmicas sugeridas pelo movimento do ônibus, entre um corpo e os outros corpos que compartilham o mesmo espaço, e os corpos em relação a estrutura dentro do ônibus. Essa estrutura se constitui dos acentos, dos suportes de metal, portas, espaço dos portadores de deficiência, das divisões encontradas no espaço, das orientações que o próprio espaço traz (de onde um corpo pode se colocar ou não).




Trazer essas propriedades levantadas para um outro ambiente e experimentar o que acontece com esse "outro"corpo-ambiente, agora um corpo sozinho em um lugar espaçoso tem me levado a perceber que essas propriedades muitas vezes se aproximam, em outros momentos a necessidade desse novo corpo-ambiente faz com que novos ajustes se construam, e o que é mais interessante são esses encontros, e essas informaçoes que se fazem presentes e que essas conjuntamente constroem o espaço. Corpo com outros corpos com a estrutura, seja ela em movimento no onibus ou em uma espaçosa sala de ensaio. As relaçoes alteram o CORPOAMBIENTE. O CORPO-AMBIENTE CONSTRÓI AS RELAÇÕES.








Loana Campos


É o tchan no Hawaí....


"Os havaianos não tinham língua escrita, então a música e a dança eram as únicas formas de expressão"
Warren Bolster, 1999

Se a primeira imagem que lhe vem a mente quando você escuta a palavra Hula,é uma dançarina usando saia de ráfia,com movimentos ondulantes e sensuais de quadris,você está completamente enganado. Esta visão deturpada da dança havaiana é comum........ ou melhor é o senso comum, pois esta manifestação tem sua procedência em lugares muito mais profundos do que o “É O TCHAN” jamais poderá reproduzir!!!!
Esta Hula esteve presente no Havaí,desde a criação das ilhas, a qual sagrada e utilizada assim para contar história dos deuses e dos ancestrais Havaianos.
“Desde que a palavra falada é transportada pela respiração, a respiração é sinônimo de vida, as palavras (segunda crenças antigas) são carregadas com o MANÁ (poder pessoal) individual de cada um” (Kamakau, 1986) escreveu, “cada palavra deve ser estudada pelo seu significado e pelo seu efeito.”
Assim este pantomimar contou gerações de lendas, histórias e cultura que como muitas assim a acompanham esta desfalecendo-se em meio ao propósito turístico, tornando-se assim uma outra dança, esta que tentarei estudar um pouquinho mais, tentando assim diagnosticar que lugar esta dança esta ocupando em toda esta esfera cultural!!!!!!!!

Rafaela Bolinelli Goede 4º ano dança Fap

Percutir!!!

O processo é extenso.
Dança através do estudo da percussão corporal.
O corpo e o som?
A diferença do som que esse corpo produz, e o som que esse corpo produz com o auxilio de outro corpo!
O corpo que propõe esse som,a movimentação que o corpo promove para a execussão desse som.
Qual a diferença do movimento?Quem está a favor, o corpo ou o som?Quem lidera?
O jogo.A brincadeira.O diálogo entre.
A busca pela atenção de quem vê.
Investigar.Explorar outros corpos.Propor.Observar.Reconhecer.
Testar a teoria na prática.Estudar.Ler.Se informar.Ir além.
Relações surgem.Respostas.Mais dúvidas.
Continuar.Tentar mais.
Um pesquisa contínua.
Todos os dias a mente sempre está aberta.
E o corpo sempre alerta.
A busca continua.
O observar e o ouvir estão ainda mais em alerta.
As questões surgem.E se transformam.
Uma busca por algo que ainda não sei direito delimitar.
Um processo gradativo de informações!
A busca continua!

Greyce Lucca Aita

Partiu daqui...




Está certo que a patinação artística é vista no mundo como esporte, mas se o próprio nome já diz “Artística” por que esquecer que sua função também é arte? Não que seja vítima, mas este é um pensamento condicionado e eu diria até “esteriotipado” da sociedade.

Essa relação traz diversas conseqüências, os atletas se limitam a serem atletas, aprender, treinar e condicionar o corpo a movimentos de alto grau de dificuldade. O grande problema é que nas apresentações e espetáculos, esses indivíduos necessitam ser artistas completos que percorram tanto pelo condicionamento físico do esporte, quanto à plasticidade e expressividade da dança, e essa bagagem eles não possuem, porque não foi processada, não há trabalho.
Através da dança os atletas têm oportunidade de desenvolver trabalhos de consciência corporal visando própriocepção e esquema corporal, assim como percepção de sua própria técnica (consciência de movimentos, erros e acertos) durante treinos; a plástica dos movimentos adquiridos com a dança também vem acrescentar na expressividade de movimentação, na clareza nas escolhas, na comunicação das idéias com a platéia, o olhar direcionado e a presença cênica.

Esse diálogo da arte pode ser visto como ponto de partida para a relação do atleta artista, e do esporte artístico, é uma oportunidade para a investigação e processo do desenvolvimento de um corpo híbrido, que permeie em diferentes áreas e que carregue consigo o conhecimento que vai adquirindo por onde passa.
Jéssica Gardolin

Experimentando Pesquisar



Experimente ficar horas deitado no chão, o mundo não para de girar, penso em partes do meu corpo adoro as MÃOS.

Elas me chamam a atenção.

Sim, mas o que posso fazer com elas? quais são seus reais movimentos?

Tá me movo tentando ir para o concreto, me vem na ideia o traçado da mão no chão com um giz, pode parecer uma brincadeira de criança mas com o tempo a linha vem como um limite, como mexer o meu corpo com esse limite, essa restrição de ficar com as mãos dentro dessa marca?

O corpo move querendo se desprender, a mão por sua vez permanece fiel ali retida e colada dentro da máquina até o momento que... de um impulso máximo me desprendo dessa marca e a mão parece curtir essa liberdade.
O giz é um caminho que segui, sigo e seguirei para que essa pesquisa tena andamento.


" pesquisa iniciada no G2 Cia de Dança, para o espetáculo TUDO PORQUE CHOREI./ 2007"


Pedro Paulo abudi.


...sobre procedimentos e passagem e ...

Vou começar falando desses movimentos que, semelhante ao que a Aline disse, não têm começo nem fim, simplesmente continuam...
estou estudando a passagem, mas até nisso vejo semelhanças com o olhar que a Aline propõe, porque o que está me interessando são as informações que passam por mim, pessoas, lugares, frases soltas...mas estive pensando, ao escrever o procedimento do Gian que se eu permanecer "parada" ainda assim posso estar de passagem para as pessoas que passam por mim, então a passagem dependeria do ponto de vista! Física simplesmente!
Sempre tive uma relação muito forte com o cinema e agora as imagens são algo que tem me atraído muito...gostaria de compartilhar aqui um vídeo de um filme russo que assisti esses dias do diretor Aleksandr Sokurov e que foi rodado num único dia e num único plano sequência, ou seja o filme não possui corte nenhum!! Se tiverem curiosidade deixo aqui o link para darem uma olhada!http://www.youtube.com/watch?v=Aq8rRy6MKyM
Tenho pensado muito em imagens e no que a Gladis me disse um dia: de como essas imagens são corpo também, e como posso criar estados corporais no espectador a partir delas...enfim são milhares de informações que vem surgindo, e aos poucos gostaria de compartilhá-las aqui!

Bruna Spoladore - 4ºano de Dança da FAP.

Desvio

Essa pesquisa se encontra num lugar onde a exaustão a tensão e o risco ocupam o mesmo espaço, e o corpo em estado de alerta resiste ao caminho “já determinado” do movimento, buscando a imprevisibilidade. Criando assim uma dramaturgia corporal e estética que pretende ser construída a partir da experimentação que parte do isolamento das partes do corpo e gera um encadeamento em fluxo contínuo de movimentos que podem ser desviados no decorrer dessa dança. Uma dança que instala e prolonga as noções de imprevisível e indeterminado, pode ser aqui apontada como emergência dessa investigação.

Isabela Schwab.

FACE

Atualmente busco o movimento das faces, um corpo pensado em fatias, que brinca com sombra e luz, selecionando e editando partes para serem observadas.
O que quero mostrar? Quero convida-los para um breve momento de curiosidade, pode ser de um fio de cabelo ao fêmur, mas eles estão, e pedem por olhos curiosos especulando suas facetas.
Acredito naquilo que vejo, mas meus olhos parecem me trapacear, pois nem tudo o que vejo consigo explicar. As palavras não dão conta neste momento, minhas sensações parecem habitarem o mundo do invisível.

Observo o ir e vir do mundo, ele se modifica e eu me modifico também que por minha vez mofico o mundo, gerando movimentos sem começo ou fim...
Você ja viu do outro lado? Chegou mais perto, se agachou, focalizou,iluminou, percebeu?
Apure os sentidos, deixe dilatar no espaço... Quando as portas da percepção são ativadas, outras faces se tornam aparentes pois todos os corpos vivos, físicos e sutis, são feixes de energia que podem ser diretamente observados.

Aline Vallim- 4° ano Dança - Sobre Processo de Pesquisa

Transformações = mudanças?


Desde que comecei a dançar, sempre na mesma área, quase sempre no mesmo lugar, venho passando por momentos diferentes quanto a relação com esse dançar e ainda com o instruir.
A responsabilidade prematura é capaz de nos tolher de certos prazeres e, às vezes, apenas uma nova restrição pode nos devolver o que perdemos.
A necessidade fez com que, aos 15 anos, além de dançar, eu comandasse os ensaios do grupo e fizesse a manutenção do repertório. Isso acabou despertando a vontade de se aprofundar e coreografar, mas também me podou um pouco como dançarino, pois já não me relacionava da mesma forma com o dançar, acreditando que a responsabilidade do comando se sobrepunha ao prazer de interprete. Assim, no palco, passei a ser, mesmo em papeis de destaque, coadjuvante, vitimado pela soberba. Como uma criança que sai do seu lugar na coreografia para corrigir o colega, ausentei-me do papel para cuidar dos outros. O problema é que eu não enxergava essa ausência e também não me permiti escolher um lugar, pois acreditava poder desempenhar os dois papeis com competência.
Não era competência o que faltava e sim preparo. Apenas a vivência foi modificando esses lugares distintos.
Quando um leonino se descobre líder (instrutor) ele pode perder os parâmetros e querer ensinar mesmo até “o padre a rezar a missa”! A dedicação e o empenho viram armas para uma luta pela posse da verdade. Se eu me empenho e estudo eu sei melhor do que os outros, não é!? Talvez...
Ao menos essa lição mal aprendida serviu para o descontentamento com o pouco, motivando a busca por algo melhor.
A chance de viajar para estudar essa cultura de perto encerrou (ao menos, temporariamente) com a carreira de líder devolvendo ao dançarino a possibilidade de destaque. Durante alguns meses, não adiantava nem abrir a boca, pois nem que quisesse comandar, as pessoas não entenderiam o que eu dizia. Tudo o que me foi ofertado então era ouvir, engolir, processar e executar. Dizem que “uns nasceram pra mandar e outros pra obedecer” mas é preciso ter competência pra estar um dia de um lado, um dia de outro...
Finalmente, após um período de reaprendizado, quando essa liderança começa a aflorar, é hora de apagar o instrutor novamente e zerar os ponteiros, para dar início a carreira profissional de bailarino em uma companhia estatal. Uma realização enorme, mas ao mesmo tempo, a certeza de um rompimento com o comando.
Observar e conviver com pessoas com as mesmas características e interesses, fez com que essas necessidades se modificassem e as vontades se aplicavam em momentos diferentes. Nos ensaios, a concentração e disciplina possibilitavam enxergar coisas que passavam desapercebidas e assim, algumas vezes, até me permitia alguns apontamentos.
Em cena, dedicava-me exclusivamente a interpretação e assim era reconhecido como dançarino. Ainda não consegui descobrir o que me da mais prazer, mas aprendi a curtir o que me é dado fazer.
Talvez a diferença básica entre mudar e transformar, a que me parece, seja que a primeira se da diretamente, de uma posição a outra já a segunda, parece estar ligada a etapas e acontece gradativamente.



Luis Gustavo Guarize
As coisas mudam
As pessoas mudam
O mundo sempre a girar
O ser humano se pergunta
Será?
Da onde vem o amor?
Como surge a paixão por algo?
Algo impresindível por anos
De repente é descartável
Curiosidade
Novos horizontes talvez
A trilha se cria
Ela nos forma
A vida é a trilha
Ela nos transforma


Mariana
Vamos escalar???

Escolha um lugar que te agrade em seguida faça um alongamento para não lesionar nehum músculo. Pronto posisionando de frente uma parede ou montanha comece colocando suas mãos num agarre mais próximo e seguro em seguida um dos pés. Durante a subida o corpo pode sofrer oscilações como ir para diagonal ou até mesmo para a horizontal, esse desequilibrio é normal o que voce deve fazer nessas horas é lembrar que além de pernas e mãos temos um abdomem que está ativado a todo momento. Assim voce chega no topo de uma forma segura e prazerosa pois conseguiu através da força do seu corpo ultrapassar as barreiras e atingir o topo.
Se voce é principiante é indicado a procura de um profissional que lhe auxilia-rá na colocação de eaquipamento correto e dicas de como se colocar sob a parede de escalada.
Boa subida!!!!

COMO ACENDER UM CIGARRO (HELENO MOURA)

- Pegue o cigarro do maço e conduza-o até a boca, fazendo com que os lábios sustentem o mesmo em quanto busca o isqueiro ou fósforo;
- Sustentando o cigarro com os lábios, terá as mãos livres pra que possa manipular o isqueiro;
- Aproxime o isqueiro da ponta do cigarro onde se encontra o fumo - a parte do filtro (branca) do cigarro deve estar em contato com a boca e não ao contrário - CUIDADO! - não se distraia;
- Com o isqueiro próximo ao cigarro, friccione com o dedo polegar ou o que lhe for mais conveniente, a parte da pedra do isqueiro que gira, logo empurrando para baixo a parte de trás do acendedor onde libera o gás, esse ato vai liberar a faísca que fará combustão com o gás prendendo a chama necessária para tal evento - se for fósforo encoste a cabeça dele (onde está o carvão) da parte onde se risca o mesmo na caixinha;
- Note que não haja corrente de ar afim de facilitar tal procedimento;
- Assim feito, inspire com aboca o fumo acendido, o que chamamos de TRAGADA, para que esse possa queimar o seu tabaco;
- Faça isso com decisão, caso contrário o mesmo se apagará, tendo que retornar ao procedimento anterior;
- Atenção! Averigue que não haja nenhuma placa de proibição contra fumante ou um elemento qualquer da geração saúde que acha que vai morrer mais saudável e depois de você;
- Finalmente, relaxe e curta seu precioso cigarrinho...
POIS VOCÊ MERECE!!!!!

domingo, 26 de abril de 2009

A tal da presença cênica!

· Porque uns tem e outros não?
· Porque uns chamam a atenção para si e outros não?
· Porque mesmo não sabendo quem é o que faz de onde veio e quais são suas referencias não consigo desviar o meu olhar?
· Porque um no meio de muitos?
· Porque é igual, mas diferente? O que o torna diferente?
· Não é um feio nem bonito. Nem gordo ou magro, nem...,
é apenas muito especial!
· Será que é carisma? Energia? Técnica? Magnetismo?
· Já existem trabalhos específicos sobre o tema?
· Quem pesquisou?
· Quem mais se inquietou a ponto de se dedicar a uma pesquisa dessa ordem?
· São possíveis práticas para se alcançar essa presença?
· Qualquer artista dedicado pode desenvolver esse potencial?
· Quem possui é consciente da força atrativa que exerce?
· É ciente dos olhares despertados?
· Se sente intimidado, inseguro, vulnerável?
· Um profundo conhecimento corporal é um facilitador?
· Qual será o principio desse fascínio?
· Que organização é essa que transcende o humano?
· ...
Será que eles também sofrem com essas inquietações?

Regina Kotaka

sexta-feira, 17 de abril de 2009


INSTRUÇÕES PARA ESCOVAR OS DENTES


Siga o link para testar seus procedimentos!

Escovar os dentes é uma ação cotidiana que envolve procedimentos rotineiros já são repetidos pelo menos três vezes ao dia ou após a ingestão de alimentos.
São estruturas duras, fixadas no maxilar e na mandíbula, no terço inferior da face. Podendo ser escovados em pé ou sentado, necessitam de uma pequena projeção do corpo para frente a fim de que o conteúdo do creme utilizado para higienização não escorra sobre o resto do rosto e corpo.
Para que a ação da escovação seja efetuada, o envolvimento dos braços e mãos se faz necessário, desde movimentos de elevação do braço direito em direção da porta do armário onde estão guardadas as escovas, a tração exercida para fora a fim de abri-lo, seguido da extensão do braço em direção as escovas e ao creme dental.
Os dedos da mão, direita para os destros, envolvem com a força exata o creme enquanto os da mão esquerda abrem a tampa, indo a seguir em direção à escova.
A mão direita espreme com precisão a quantidade de creme na superfície irregular da escova.
O creme é abandonado na beira da pia com um movimento descendente do braço direito, que passará a assumir todo o controle da situação.
Levar a escova até a boca e com uma coordenação refinada de pequenos movimentos de rotação, lado/lado e cima/baixo se concretiza o ato da escovação.
O braço esquerdo se estende e ao encontrar a torneira efetua uma torção que envolve mão e punho para abri-la.
A escova então é levada até a água e lavada com auxilio dos dedos.
Rapidamente, projetando ainda mais o dorso para frente, e pendendo todo o crânio em direção a água suportada com as mãos em concha, para que a água não tenha tempo de escorrer, é efetuado o ato de sorver sem engolir a água, e bochechar, procedimento muscular específico utilizado na finalização do ato de higienização bucal.
O dorso se retifica e a mão direita retoma a escova e o creme, e de forma ascendente os devolvem para o recipiente.
Os dedos relaxam a pressão e buscam a porta do armário efetuando com ajuda do braço e corpo envolvidos numa ação conjunta fecham a porta do armário.
Simultaneamente a mão esquerda está efetuando uma torção na torneira a fim de interromper o fluxo de água.
Regina Kotaka

domingo, 12 de abril de 2009

Por falar em procedimento....

É ASSIM QUE VC CALÇA A CALÇA... OU VESTE?


Apoiado nas bases que conhecemos por ...

Segure-a com as duas mãos a frente do seu... ... (com os braços quase estendidos)
De uma balançada para ela se sentir pronta para ser ... ..., rápida...
... ... ... seu tronco para frente, ainda segurando-a com as ... mãos.
Transfira o peso do seu ... ... ... para um pé somente (... Direito Esquerdo)
Escolheu? Então tire outro do chão, e coloque dentro do tecido até que seu ... ... ..... .... na outra extremidade e toque o chão novamente.
Agora ... ....... . ... ... pé que era sua base, ( rsrsrsrsrsrsrsrs), e coloque-o também no tecido até alcançar o chão...
...Isso agora você pode voltar ao seu alinhamento natural.
Ajeite na cintura
Com a mão esquerda segure em baixo do z.'..r que se encontra na parte ...... da mesma
E com a mão Direita levante o zíper.
A! O botão.
O botão ???????? ESCOLHA!

domingo, 5 de abril de 2009

Procedimento para Amarrar o Cadarço

Caminhe em direção a uma cadeira qualquer que estiver disponível no espaço, ao se aproximar encoste a parte posterior da perna na borda do acento da cadeira e lentamente leve os seus ísquios (ossos do quadril localizados em baixo do glúteo) a encostar completamente no acento, soltando todo o peso do seu corpo sobre eles, em seguida jogue sua perna direita sobre a esquerda cruzando-a rapidamente, seu tronco vai flexionar indo em direção ao chão e parar num ângulo de quarenta e cinco graus referente ao acento da cadeira. Os seus braços que ainda não se moveram vão finalmente alcançar os pés e pegar as pontas do cadarço que estão penduradas sobre o tênis, cada ponta em uma mão. As mãos vão uma de encontro a outra, se cruzam mudando as pontas de lugar formando um nó do cadarço. Logo a mão direita com a ajuda da esquerda faz uma curva na ponta do cadarço formando um arco, pelo qual a ponta esquerda vai contorná-lo passando ao seu redor e entrar por baixo do primeiro arco, formando um segundo arco, puxando os dois arcos para fora forma-se um laço que amarra o cadarço, deixando seguro o pé que se encontra dentro do tênis.

Isabela Schwab.



Procedimento para abrir a porta da casa da Loa


Na vertical, tendo os pés como base de suporte (de pé), coloque-se em frente à porta. Com a chave na mão leve-a em direção ao buraco da fechadura. Quando a ponta da chave encontrar a fechadura, suas mãos deverão iniciar movimentos cima/baixo seguidamente, isso fará com que a chave aos poucos se encaixe, continuará essa movimentação até a chave entrar por completo no buraco da fechadura. Durante o movimento cima/baixo, deverá aplicar uma quantidade de força, pressionando a chave em direção à porta. Com a chave já encaixada, continuará com a mão na chave, acionando a outra mão e direcionando-a no trinco da porta. Agora com uma mão no trinco e a outra na chave que esta dentro da fechadura, as mãos irão aplicar forças opostas, A segunda mão (do trinco), estará segurando o trinco, ira puxa–lo em direção ao corpo, nesse momento é importante prestar atenção em como o corpo inteiro pode auxiliar nesse “puxar”, levando o peso do corpo para traz fará menos esforço do que usar somente a força da mão e do braço. Dois segundos depois,mantendo a força da segunda mão, a primeira mão (da fechadura) aplicará uma força parecida com a que fez no inicio do processo, pressionando a chave em direção a porta, agora, direcionando o movimento para o lado direito, com o intuito de virar a chave dentro da fechadura.Essas forças opostas só se encerrarão quando o direcionamento da mão com a chave se completar, virando a chave cento e oitenta graus. Com a chave virada a porta se abrirá no mesmo instante, você sentirá uma pequena pressão pela reação da porta às forças aplicadas. Enfim...a passagem esta livre. . Uma observação importante é que somente a prática diária fará com que descubra a quantidade de força para cada ação necessária para a tarefa ser cumprida.
Loa campos
Composição Coreográfica II. 4.ano.2009

sábado, 4 de abril de 2009

Procedimento para se fazer um bom desenho...Uma vaca em específico.


















Primeira coisa você deve acreditar que vai conseguir desenhar. Pare, e pense, meu desenho vai ficar bom!
A segunda coisa é que todo desenho dever conter 3 detalhes sempre. ( pr exemplo: no caso da vaca primeiro faça um xifre bem delineado, um rabo bagunçado e as patinhas pintadas. mas quem escolhe o que detalhar é você!)
Para terminar olhe para o desenho e veja que nome lhe sujere. Dê o nome. E, voilá!

Aline Vallim/ Yuri Ducatti

No corpo...

A folha de papel branco está lá, esperando que a ponta da caneta se mova sob sua face.
O corpo pausa e por um breve instante alimenta uma sensação de confiança...
" meu desenho vai ficar bom..."
Sinto meus pés tocarem na superficíe branca, lentamente sentem vontade de trotar como as patinhas pintadas de uma possivel vaca que esta por vir.
Minha cabeça dá rodopios, se move e move junto um bagunçado rabo de cavalo ou era de vaca?
As mão se fecham proximas da cabeça e duas falanges apontam para o teto delineando no espaço movimentos de " cima -baixo" ou " empurra e alcança".
Alguém tem um chiclete?
Toda vaca que se prese, aprendeu a ruminar!

E assim nasce a vaca lechera!!!

Aline Vallim - 4º ano dança

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Procedimentos para Tirar a Blusa



Em um espaço qualquer, caminhe e encontre um canto. De frente para o vértice coloque a mão esquerda sobre o quadril direito e a mão direita sobre o quadril esquerdo segurando a barra de tecido de sua blusa.
Suba as mãos ao mesmo tempo em que sobe os cotovelos, as mãos devem passar pelo corpo chegando aos ombros, os braços encontram-se bem cruzados. Erga os cotovelos até o topo da cabeça e gradativamente estique os braços de forma que as mãos passem rente às orelhas.
Desça os braços pela frente do seu corpo inclinando a cabeça para baixo. Coloque a blusa sobre a superfície mais próxima e vire-se de costas para a parede.



Jéssica Gardolin



Proposta realizada em aula pelo Prof. Gian Martins em Composição Coreográfica II Criar instruções para...