
Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar.
Viajaram para o sul.
Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.
E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:
Me ajuda a olhar?
Eduardo Galeano - O livro dos Abraços - pág 15
texto citado em aula...
Viajaram para o sul.
Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.
E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:
Me ajuda a olhar?
Eduardo Galeano - O livro dos Abraços - pág 15
texto citado em aula...

Na Arte sempre precisamos de certas ajudas.
ResponderExcluirAjudas essas que necessitam de muita responsabilidade e entendimento, O arte-educador tem essa responsabilidade nas mãos, então arregacemos as mangas e sejamos nós mesmos nesse caminho de AJUDAR.
Acreditando um pouco na gente construiremos uma arte melhor e digna de ser passada à frente.
Pedro Paulo Abudi
Nossa trajetória está moldada em nossos corpos, ele age, modela e absorve momentos significativos, consciente ou não, nele fica impresso. A arte está em saber evidenciá-la, de tornar possível o impossível, assumir no espetáculo do mundo a função nem só de homem, nem só de artista, implica em apontar, sinalizar, transpor as tênues fronteiras entre o real e o imaginário.
ResponderExcluirRegina Kotaka